Subvenções e apoios para entidades sociais

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Reunimos num só lugar os concursos de financiamento público de Espanha, da União Europeia e de outros países. Cada ficha indica o montante, o prazo real e quem se pode candidatar.

Subvenções por tipo de entidade

Concursos abertos

13.749 candidaturas · ordenadas por A encerrar primeiro

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Apoiar a otimização do potencial fotovoltaico territorial

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Quem pode candidatar-se Commune · Intercommunalité / Pays · Département · Région · Collectivité d’outre-mer à statut particulier · Etablissement public dont services de l'Etat

A Região pretende apoiar a otimização do potencial fotovoltaico territorial, equipando o maior número possível de locais. Este estudo visa, portanto, identificar todas as instalações possíveis em todo um património e estudar a sua viabilidade técnica e económica, a fim de avançar para um planeamento fotovoltaico sólido e sustentável. O objetivo é permitir a realização de instalações agrupadas. Empresas, autoridades locais, parques naturais regionais, qualquer pessoa jurídica pública ou privada. Neste espírito e com o objetivo de não desperdiçar o potencial e de avançar para um planeamento fotovoltaico sólido e sustentável, a Região pretende priorizar o seu apoio à implantação de projetos fotovoltaicos ligados à rede que visam a otimização do potencial territorial e equipam o maior número possível de locais sem limitação aos mais rentáveis (operações coletivas, projetos cidadãos, clusters de instalações, etc.). Os projetos prioritários serão aqueles que integram um forte envolvimento dos cidadãos e dos eleitos, demonstrando um envolvimento e uma vontade de implantar massivamente o fotovoltaico, integrando uma coerência na abordagem adotada no planeamento territorial e posicionando-se num compromisso de realização dos projetos realizáveis. Neste espírito e com o objetivo de não desperdiçar o potencial e de avançar para um planeamento fotovoltaico sólido e sustentável…

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Período: 8 de fevereiro de 2023

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Aider à la réalisation de diagnostics pastoraux

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Financement des coûts liés à la réalisation du travail d’expertise. Moderniser les activités pastorales en permettant d’améliorer les performances économiques des exploitations pastorales et en conjuguant une production de qualité, respectueuse de l’environnement, et l’amélioration des conditions de travail Organisme reconnu sur le champ de l’expertise pastorale : Collectivités et leurs groupements Commissions syndicales Établissements publics

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Período: 31 de janeiro de 2020

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Diversificar o turismo de todas as estações nos vales de montanha

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A CIMA insere-se numa abordagem inter-regional que define orientações à escala do maciço dos Alpes em todos os setores de atividade com especificidade “montanha” (turismo, serviços, agricultura, pastoralismo, floresta, transição energética). É dividida em dois dispositivos: Espaços de Vale e fora dos Espaços de Vale. A ajuda CIMA Espaços de Vale destina-se a apoiar territórios de projetos que foram selecionados no âmbito do convite à manifestação de interesse "Espaces valléen". A ajuda visa responder aos desafios alpinos de diversificação turística em todas as estações através do desenvolvimento da descoberta dos patrimónios naturais e culturais que fundamentam a especificidade e a notoriedade dos territórios alpinos. Em torno do património, trata-se também de inovar através da criação de novas atividades (cruzamento do património natural, cultural e imaterial, atividades com neve e sem neve, dirigidas a novos públicos…). A escala adotada é a do destino (território, vale), cobrindo potencialmente várias comunidades. Associações; autoridades locais e seus agrupamentos (comunas, EPCI, departamentos); estabelecimentos públicos e privados; empresas públicas e privadas; sindicatos mistos (nomeadamente os Parques Naturais Regionais); grupos de interesse público (GIP); estruturas de rede…

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Développer les infrastructures de recharges intelligentes pour véhicules électriques

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Pour poursuivre le maillage du territoire en bornes de recharge publique et développer des projets innovants réduisant l'impact du véhicule électrique sur le réseau. Cette nouvelle édition a vocation à poursuivre le maillage du territoire en bornes de recharge publique et développer des projets innovants réduisant l'impact du véhicule électrique sur le réseau. Elle a aussi vocation à accompagner la transition des taxis vers des véhicules propres en finançant les bornes associées (en complément de l'autre dispositif de financement des véhicules). Cette édition vient remplacer la précédente édition. Les bénéficiaires peuvent être des aménageurs publics ayant la compétence infrastructures de recharge des véhicules intelligents ou des entreprises privées.

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Período: 22 de fevereiro de 2019

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Modernizar e desenvolver centros, clubes e bases náuticas

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Com vista à realização dos eventos olímpicos de Vela em Marselha em 2024, a Região implementa um Plano de Vela e Náutica 2018/2024. Neste âmbito, apoia o acompanhamento do desporto de alto nível, o investimento em equipamentos, a profissionalização dos intervenientes, o desenvolvimento da prática, o desenvolvimento económico do setor, a renovação das bases náuticas e a excelência ambiental. O plano náutico e de vela , é: • 21 M€ INVESTIDOS ATÉ 2024 • UM DESAFIO MAIOR: fazer da receção dos JO 2024 um vetor de aceleração do desenvolvimento e da promoção de todo o território regional • QUATRO GRANDES AMBIÇÕES Visar a excelência desportiva Impulsionar a atividade económica do setor náutico Desenvolver a oferta de formação nas profissões náuticas e de vela, a excelência ambiental Valorizar e promover o território regional a nível económico e turístico

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Período: 4 de março de 2019

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Créer des stationnements vélo : Schéma régional des véloroutes de Provence Alpes Côte d'Azur

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Les véloroutes sont des itinéraires cyclables attractifs et sécurisés, de longue distance, destinés à un public et des usages variés (itinérance touristique, loisirs, utilitaire). Leur intérêt pour la Région est de permettre le développement économique des territoires traversés, dont elles constituent également des axes structurants pour la mobilité quotidienne à vélo. Ces itinéraires fonctionnent bien s’ils sont : Continus ; Bien connectés aux pôles d’échanges (avec du stationnement pour vélos) ; Dotés de services aux cyclistes (hébergement, location vélos…) ; Promus auprès du grand public local, national et international (site internet, réseaux sociaux,véloguides ...). Pour développer l’intermodalité train + vélo et car/bus + vélo. La création de stationnements pour les vélos dans ou aux abords immédiats des PEM éligibles est donc soutenue, pour que chaque PEM dispose d’au moins 10 places de stationnements ouverts et donne facilement accès aux véloroutes. Les départements, les communes et leurs groupements.

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Período: 28 de setembro de 2023

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Soutenir l’investissement pour la création, l’équipement et la réhabilitation des salles de cinéma

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La Région Sud a pour but de : créer, maintenir et moderniser un réseau de salles indépendantes, de proximité et classées « art et essai » ; assurer un confort et un accueil au plus proche des standards en vigueur dans le respect des normes d’écoconstruction pour lutter contre le gaspillage énergétique et réduire l’empreinte carbone du bâtiment ; encourager la sobriété foncière, prioriser la reconversion et la réhabilitation des friches par rapport à la construction neuve dans une démarche de sobriété énergétique. Toutes les salles de cinéma en gestion publique, associative ou privée correspondant aux critères fixés par la loi Sueur N°92-651 du 13 juillet 1992 (CGCT, L2251-4,3232- 4 et L4211-1) et qui sont situées sur le territoire de la région Provence-Alpes-Côte d'Azur. Pour l’ensemble des projets les salles de cinéma classées « art et essai » réalisant moins de 7 500 entrées hebdomadaires ; les investissements dans les salles proprement dites et les cabines de projection ; les investissements visant la lutte contre le gaspillage énergétique et la réduction de l’empreinte carbone du bâtiment ; les salles porteuses de projets culturels forts proposant : une programmation exigeante comprenant la diffusion de films peu distribués ; une sensibilisation des publics éloignés de la culture et l’accueil des dispositifs scolaires ; des approches inclusives, favorisant la diversité et la mixité dans la programmation mais aussi dans l’équipe, les intervenants et le public ; des animations spécifiques (débats, avant-premières, etc.) les établissements qui présentent un plan de financement dans lequel le soutien régional s’effectue en complément des soutiens des autres collectivités locales et des soutiens automatique ou sélectif apportés par le CNC dont la confirmation de l’apport devra être apportée avant le vote de l’assemblée régionale ; les projets de réhabilitation de bâtiments existants seront privilégiés par rapport à la construction neuve. Ces derniers sont éligibles uniquement s’ils s’inscrivent dans des démarches de sobriété foncière : dent creuse dans le cadre de projet de revitalisation de centre-ville et de recyclage foncier (notamment de friches) ; les projets conçus et mis en œuvre dans une logique de développement durable notamment dans la gestion des chantiers, des déchets, des énergies ainsi que dans le choix des matériaux, selon les normes et les réglementations en vigueur. Les projets doivent : favoriser le confort d’été sans avoir recours à la climatisation (sauf obligation règlementaire) dans une logique d’architecture bioclimatique ; intégrer des installations de production d’énergie renouvelable dans le programme de travaux et éviter le recours à l’électricité notamment pour le poste chauffage y compris l’eau chaude sanitaire (ECS) ; comporter des éco matériaux et des matériaux biosourcés (le polystyrène en isolant de façade étant proscrit). Plusieurs études spécifiques sont à intégrer dans le cahier des charges : simulation thermique dynamique, étude facteur lumière jour ou autonomie en lumière naturelle, étude RT globale si le projet n’y est pas soumis ainsi qu’un suivi tout au long de l’opération et jusqu’à deux années à minima après réception des travaux. Les travaux doivent prévoir la réalisation de tests d’étanchéité à l’air sans obligation de résultats. Les missions de l’AMO QE doivent être définies par le maître d’ouvrage sur la base du cahier des charges ; celui-ci sera demandé par la Région au moment de l’instruction de la demande de subvention. Pour les créations de salles Les projets qui présentent un budget prévisionnel de fonctionnement crédible et compatible avec les capacités de financement du maître d’ouvrage ; les projets qui présentent une étude de marché attestant de la crédibilité culturelle et économique du projet ; les projets qui présentent une performance énergétique du bâtiment conforme à la RE2020. L’opération d’ensemble devra justifier la maximisation du recours aux énergies renouvelables. Pour les rénovations/réhabilitations les travaux de rénovation devront être réalisés dans le respect de l’intégrité patrimoniale et environnementale du site ; les prestations externes d’assistance à maîtrise d’ouvrage qualité environnementale, devront intégrer les composantes suivantes a minima : une performance énergétique BBC rénovation (hors production locale d’électricité) ou RE 2020 avec recours aux énergies renouvelables ; un recours significatif aux énergies renouvelables (photovoltaïque en toiture, solaire thermique selon les besoins, énergie thermique pour le chauffage) ; prendre en compte les possibilités de recours à des solutions de végétalisation du bâti ; un recours significatif aux éco-matériaux biosourcés ou recyclés lesquels doivent répondre aux standards des matériaux sains pour l’environnement et les usagers.

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Soutenir les équipements et filières de valorisation des déchets

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Ce dispositif vise à accompagner les investissements prévus ou compatibles avec la planification régionale, et leurs études préalables, en matière de prévention et de gestion des déchets. Les objectifs de ce dispositif sont l'augmentation du réemploi, l'amélioration du tri et du recyclage des matériaux; la mise en œuvre de solution de valorisation matière innovante ou la préparation de déchets pour optimiser le fonctionnement des installations existantes. Tout porteur de projet, public ou privé ayant un établissement ou une succursale en région ou dont le projet sera implanté en région. Les projets portés par une personne morale privée pour gérer ses propres déchets ne sont pas éligibles. Les dépenses éligibles sont les études, les travaux, le matériel d'équipement.

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Período: 9 de setembro de 2024

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Promouvoir la culture et les savoir-faire alpins

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La cohésion du massif des Alpes repose sur la reconstruction d’une culture commune alpine s’appuyant sur les patrimoines culturels typiques à l’arc alpin et dans sa capacité à tisser des liens afin de permettre aux territoires de préserver leurs savoir-faire spécifiques. Ce dispositif a pour objectifs : Le maintien et le développement d’une culture alpine vivante, avec des actions de sauvegarde et de valorisation des patrimoines culturels typiques à l’arc alpin (immatériels et matériels) qui visent à la fois l’histoire locale, les savoir-faire locaux et les patrimoines bâtis associés, qui fondent l’identité des territoires. La promotion de la culture alpine en direction des populations locales, notamment les jeunes, et touristiques. De traiter la culture sous un angle thématique ou de filière, de façon transversale en relation avec les domaines d’intervention de la CIMA (agriculture, bois, eau, risques…) Associations ; collectivités territoriales et leurs regroupements (communes, EPCI, départements) ; établissements publics et privés ; entreprises publiques et privées ; syndicats mixtes (notamment les Parcs Naturels Régionaux) ; Groupements d’intérêt public (GIP) ; structures de réseaux. Types d’actions éligibles : Actions portant la restauration des patrimoines vernaculaires en lien avec les savoir-faire alpins et dans une démarche de mise en tourisme au sein des stratégies espaces valléens ; Projets de développement et maintien des savoir-faire en matière d’artisanat local (promotion, formation, transmission, école des savoir-faire…) Actions visant la mise en tourisme (itinérance / découverte) de savoir-faire, traditions, de coutumes montagnardes, d’art, de chemins de mémoire Démarches de sensibilisation auprès des populations locales (jeunes, scolaires) et touristiques ; projets de découverte des métiers artisanaux (conception) ; Actions portant sur des évènements/ festivals de portée régionale, interrégionale voire nationale ; Création d’ateliers partagés (mise en commun de matériel de transformation) ; Actions portant sur la signalétique et les supports de communication dématérialisés ; Types d’actions non éligibles : Evènements/ festivals de portée locale. Toutes les actions devront impérativement s’intégrer dans la stratégie de diversification touristique toutes saisons mise en œuvre par les territoires « espaces valléens ». Critères de priorisation Les projets de coopération inter-espace valléens et tous autres projets conduits à l’échelle interrégionale sont vivement encouragés. Ils devront être validés par les instances dédiées. Les actions ayant un caractère d’exemplarité, transposable, duplicable seront recherchées. Les projets ayant un impact local favorisant la dimension économique de la culture montagnarde. Une priorité sera accordée aux projets favorisant la découverte des savoir-faire par des publics jeunes et des populations à revenu modeste. Critères d’éco conditionnalité Démarche d’écolabels environnement pour la garantie d’un tourisme durable (charte européenne du tourisme durable …). Intérêt du projet en termes de valorisation et de transfert vers d’autres territoires alpins ou de massifs. Recours à des matériaux certifiés ou labélisés sur le plan environnemental (lieux de production, conditions de fabrication, de transport, de durabilité, impact environnemental). Utilisation ou mobilisation de ressources en matériaux et compétences locales ou du massif visant à limiter les transports et développer les circuits courts. Accroissement de la part de réunions de travail organisées en visioconférence pour la conception et la mise en oeuvre, afin de limiter les déplacements induits.

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Encourager la mise en capacité des territoires de projets et des filières économiques du Massif des Alpe

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La CIMA s’inscrit dans une approche interrégionale qui détermine des orientations à l’échelle du massif des Alpes dans tous les secteurs d’activité à spécificité « montagne » (tourisme, services, agriculture, pastoralisme, forêt, transition énergétique). Elle se décline autour de deux dispositifs : Espaces valléens et hors Espaces valléens. L'aide "CIMA Recherche et réseaux" s'inscrit dans le champs hors Espaces valléens : Elle a pour objectif d'encourager la mise en capacité des territoires de projets et des filières économiques du Massif des Alpes ; elle soutient des dynamiques précises de réseaux permettant une capitalisation et une diffusion de toutes les expériences et bonnes pratiques à l’ensemble des territoires alpins ; elle contribue à l'émergence de projets innovants et la production de connaissance en décloisonnant les filières. Le Schéma de Massif des Alpes met en avant l’importance de soutenir les réseaux d’acteurs structurés à l’échelle du massif des Alpes, dont les têtes de réseaux participent activement au bon fonctionnement de la gouvernance alpine. Associations ; collectivités territoriales et leurs regroupements (communes, EPCI, départements) ; établissements publics et privés ; entreprises publiques et privées ; syndicats mixtes (notamment les Parcs Naturels Régionaux) ; groupements d’intérêt public (GIP) ; structures de réseaux. Les actions doivent servir la politique du Comité de Massif des Alpes. Type d'actions éligibles Appuyer les réseaux scientifiques et professionnels d’observation, analyse, études et alertes Travaux de recherches appliquées et d’actions thématiques partagés soit en inter massifs français, soit entre partenaires alpins ; Production et gestion de connaissances (inventaires naturalistes, programmes de recherche, création d’outils d’observation visant la production de données, leur validation, leur regroupement, leur traitement référentiel, leur mise à disposition, dispositifs d’alerte) dans les domaines de la biodiversité, des risques naturels, de la gestion de l’eau ou autres enjeux identifiés par le Comité de Massif des Alpes dans son Schéma Interrégional, notamment au regard du changement climatique ; Promotion, capitalisation et diffusion de travaux conduits sur les domaines précités ; animation a minima à l’échelle régionale d’interfaces scientifiques et opérationnelles, de mise en réseau des acteurs sur des thématiques dont les enjeux ont été définis dans le Schéma Interrégional du Massif des Alpes (dont notamment la gestion des risques naturels, le changement; climatique, la biodiversité) ; Mise en place de formations-actions permettant d’intégrer les travaux de l’arc alpin relatifs au changement climatique. Soutien aux associations ou structures assurant un rôle de "tête de réseau" à l'échelle alpine : Actions de mise en réseau d’acteurs et de territoires, dont la portée est a minima régionale, visant la promotion, la capitalisation d’outils et de ressources, la mutualisation et la diffusion des connaissances et des pratiques sur des thématiques dont les enjeux sont spécifiés dans le Schéma Interrégional du Massif des Alpes ; A titre d’exemples : savoir-faire et culture alpine, produits de montagne, éducation à la montagne (actions en direction notamment des populations citadines et/ou des jeunes), valorisation touristique des patrimoines naturels et culturels de montagne, gestion des risques naturels, le changement climatique, ressource en eau, dynamique des territoires « Espaces valléens » ; Actions d’animation des travaux du Comité de massif par la production de contenu, la mise en réseaux d’acteurs et la mise en œuvre des outils d’intervention ; Des actions ou rencontres permettant de faire bénéficier les territoires des Alpes du sud des travaux et expériences conduits dans d’autres régions alpines d’Europe ; Des événementiels d'envergure régionale, interrégionale ou nationale mettant en valeur les territoires de montagne, permettant la mise en réseau d'acteurs et renforçant la politique du massif des Alpes. Type d’actions non éligibles : Investissements lourds, infrastructures ; Les événements locaux reconduits annuellement.

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Soutenir la filière hydrogène

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La dynamique européenne et nationale annonce l'hydrogène comme une solution pertinente à la décarbonation d'activité émettrice de gaz à effet de serre, tel que les secteurs des transports et de l'industrie. Le Plan Régional Hydrogène de la Région est l'aboutissement d'un travail collaboratif public-privé dont l'ambition est d'apporter de la visibilité aux orientations à prendre pour soutenir la filière hydrogène en région Provence-Alpes-Côte d'Azur et répondre aux enjeux de décarbonation et d'intégration des énergies renouvelables. Ce document présente le contexte territorial favorable à l'hydrogène, définit des priorités et objectifs chiffrés ainsi que des actions à entreprendre pour permettre le développement de la filière hydrogène. Les 4 priorités de ce Plan Régional Hydrogène sont la décarbonation de la mobilité, la décarbonation de l'industrie, la production d'hydrogène renouvelable et bas carbone et la structuration d'une filière créatrice d'activités et d'emplois. Dans ce cadre, les type de projet concernés sont : la production d'hydrogène ; le transport, le stockage et la distribution d'hydrogène ; le déploiement d'usage de l'hydrogène les plus pertinents ; la recherche et développement ; les études d'opportunité ; les études de faisabilité. Consortium industriel du secteur ; énergéticiens et développeurs de projets ; collectivités locales. Les projets doivent impérativement présenter un caractère mature et respecter les priorités du Plan régional hydrogène.

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Período: 30 de maio de 2024

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Développer les services et les mobilités en montagne

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La CIMA s’inscrit dans une approche interrégionale qui détermine des orientations à l’échelle du massif des Alpes dans tous les secteurs d’activité à spécificité « montagne » (tourisme, services, agriculture, pastoralisme, forêt, transition énergétique). Elle se décline autour de deux dispositifs : Espaces valléens et hors Espaces valléens. L'aide "CIMA Services et mobilités en montagne" s'inscrit dans le champs hors Espaces valléens. Le dispositif vise à apporter des réponses nouvelles aux besoins liés : A l’amélioration des conditions de vie en montagne des résidents à l’année ou à la saison au travers notamment d’opérations d’aménagement exemplaire intégrant l’habitat (offre de logement diversifiée et performance énergétique des logements neufs ou réhabilités), l’aménagement d’espaces publics et des équipements (commerces et services, dont ceux proposés aux familles), services aux salariés, dont ceux spécifiques à destination des saisonniers, accès à l’emploi et à la formation, etc. ; Aux stratégies et services de mobilité, notamment celle des : derniers kilomètres ; accessibilité aux villages et stations, aux sites touristiques et liaisons régulières ou à la demande avec les villes en vallées, que ce soit des solutions de mobilités multimodales (Pôles d’échange multimodal PEM), douces, à énergie décarbonée ainsi que l’accompagnement des projets d’ascenseurs valléens et des transports collectifs interrégionaux (lignes ferroviaires, …). Aux actions de natures diverses entre communes et intercommunalités, en partenariat avec les acteurs locaux, répondant aux enjeux de : réciprocité ; vallées-villages ou stations (échanges matériels ou immatériels entre collectivités, habitants, entreprises, etc. visant à apporter des ressources, entraides, complémentarités entre territoires en interrelations). Associations ; collectivités territoriales et leurs regroupements (communes, EPCI, départements) ; établissements publics et privés ; entreprises publiques et privées ; syndicats mixtes (notamment les Parcs Naturels Régionaux) ; groupements d’intérêt public (GIP) et structures de réseaux. Pour les projets de mobilités : organisme ou autorité organisatrice des mobilités (AOM) (dans le cas de solution « derniers kms ») ; plusieurs AOM ou organismes (dans une logique de desserte de transports collectifs plus large). Types d'actions éligibles : Les services : Actions visant le renforcement de l’offre et de l’accessibilité des services marchands et non-marchands à la population et aux entreprises pour les saisonniers, les jeunes les pluriactifs et les entreprises saisonnières ou pluriactives, dans les villages, stations et territoires peu denses ; Projets de confortement du réseau d’animation locale en communes de montagne (espaces saisonniers, services publics) ; Développement des usages numériques sur les lieux d’accueil des publics s’inscrivant dans une chaîne d’accès aux services spécialisés, dans la logique des « smart villages » ; Actions permettant d’identifier et d’adapter les nouvelles formes d’organisation des activités économiques en montagne (ex : formes innovantes d’organisation du travail, formes innovantes d’accompagnement à l’installation d’entreprises, d’activités pluriactives, de partenariats inter-entreprises et intersectoriels, de coopération et soutien aux systèmes d’activités pluriactifs) en lien avec le tourisme et les autres secteurs d'activité, impliquant de nouvelles compétences et de nouveaux métiers ; Dispositifs permettant une meilleure accessibilité aux services de santé via notamment la télémédecine et la médiation santé ; En lien avec la mobilité durable : Expérimentations de nouveaux usages et solutions de mobilité écotouristiques en montagne (transport collectif ou partagé, mobilité active, à énergie décarbonée) pour les résidents à l’année et les visiteurs, en cohérence avec la démarche « Espaces valléens » et adaptées aux bassins de vie de montagne et aux bassins touristiques ; Création de pôles multimodaux (PEM 3.0) intégrant de nouvelles offres de mobilité autour des gares et des zones de flux (notamment lieux touristiques) ; Etudes et expérimentations pour l’usage des carburants alternatifs comme l’hydrogène (cartographie du réseau par exemple) ; Solutions innovantes, expérimentales et transférables mises en place dans le cadre de l’accès en transport collectif à de grands sites ou lieux d’évènements alpins de grande envergure pour désengorger les routes d’accès et réduire les émissions de gaz à effet de serre ; Solutions de covoiturage et d’auto partage dans une logique ville-montagne, prenant en compte les complémentarités de besoins entre populations urbaines et montagnardes ; Projets d’itinéraires cyclables à destination des mobilités du quotidien, sportives et touristiques ; Types d’actions non éligibles : Infrastructures de transport et acquisition de véhicules ; Aménagements et équipements lourds ; Travaux publics majeurs ou acquisition des flottes de véhicules. Des critères d'éco-conditionnalités et de priorisation sont précisés dans le cadre d'intervention.

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Aider les jeunes pour bien vivre en montagne

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La CIMA s’inscrit dans une approche interrégionale qui détermine des orientations à l’échelle du massif des Alpes dans tous les secteurs d’activité à spécificité « montagne » (tourisme, services, agriculture, pastoralisme, forêt, transition énergétique). Elle se décline autour de deux dispositifs : Espaces valléens et hors Espaces valléens. L'aide "CIMA Aide aux jeunes pour bien vivre en montagne" s'inscrit dans le champs hors Espaces valléens. L'aide vise 4 orientations : Orientation 1 : Instaurer le réflexe jeune au sein de la CIMA et mettre en place des éléments de suivi Orientation 2 : Soutenir des initiatives, des démarches intégrant des formes de partenariat innovant et la participation des jeunes Orientation 3 : Éducation, sensibilisation, découverte de la montagne Orientation 4 : Emplois, création d’activités et formation des jeunes Associations ; collectivités territoriales et leurs regroupements (communes, EPCI, départements) ; établissements publics et privés ; entreprises publiques et privées ; syndicats mixtes (notamment les Parcs Naturels Régionaux) ; groupements d’intérêt public (GIP) ; structures de réseaux. Types d'actions éligibles : Démarches de mise en place d’espaces de création d’activités liée à la montagne par des jeunes à l’échelle d’un espace valléen, en cohérence avec la stratégie touristique identifiée ; Actions visant à dynamiser la mise en réseau d’acteurs relais du « réflexe jeunes » à l’échelle interrégionale ainsi que le partage, la valorisation et la mise en commun des expériences et des bonnes pratiques ; Projets de soutien des formes de partenariat entre jeunes et décideurs et la participation des jeunes dans les différentes instances autour des spécificités de la montagne et sur les enjeux de la jeunesse dans les Alpes ; Actions de sensibilisation, d’éducation (projets à vocation éducative) et de formation pour découvrir la montagne (métiers et vie en montagne) par les jeunes portées par des groupements multi-acteurs (collectivités locales, professionnels, jeunes …) ; Projets de soutien des programmes jeunesse "ville-montagne" de proximité des agglomérations et métropoles au pied des Alpes ; Projets expérimentaux de développement des outils numériques et/ou des contenus de formation à distance pour les jeunes en milieu rural montagnard ; Les actions devront impérativement s’intégrer dans la stratégie de diversification touristique toute saisons mise en œuvre à l’échelle d’un espace valléen. Types d’actions non éligibles : Forums et festivals des métiers de la montagne.

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Structurer la filière vrac et Consigne

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L'Appel à Projets s’attache à cibler les briques manquantes de la chaîne de valeur du "Vrac et de la consigne" à l’échelle des territoires en soutenant les projets permettant la structuration de cette filière en région. Les aides cibleront les investissements permettant la création d'infrastructures, l'achat d'équipements dont les structures resteraient propriétaire, de matériels nécessaires au déploiement de projets structurants, engageant de multiples partenariats, et dont l'objectif permettra de limiter le recours aux emballages et contenants (hors plastiques) à usage unique grâce au ré emploi. Les projets devront s'inscrire dans un des 3 volets suivants: Volet 1 : Soutien aux projets d’acquisition d’équipements et de matériel nécessaires au développement de la vente en vrac et/ou de la consigne et du réemploi Volet 2 : Soutien à la création de centres de massification et de distribution Volet 3 : Soutien à la création et à l’installation de centres de lavage Les acteurs publics (communes, EPCI, établissements scolaires, de santé……..) qui portent des projets de prévention et de réduction des déchets ainsi que les entreprises, les associations et les organisations professionnelles qui portent des projets d’économie circulaire en faveur de la réduction des emballages à usage unique. Conditions d'éligibilité, tous volets confondus: la légitimité du porteur de projet, la mise en œuvre du projet en région, la conformité avec la règlementation Les critères de sélection des projets noteront les quantités de déchets évités et la plus value environnementale, le rayonnement territorial du projet, le nombre de structures engagées, la viabilité du modèle économique Ne sont pas éligibles les dépenses liées entre autres à: l'achat de véhicule de collecte transport, de terrain, la construction d'un bâtiment, la gestion des déchets issus de l'activité de l'entreprise, ainsi que toutes autres dépenses inéligibles référencées dans le règlement financier de la Région en vigueur

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Período: 11 de abril de 2024

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Aider les communes dans la gestion des obligations légales de débroussaillement

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Le principal objectif du débroussaillement est de réduire la quantité de combustible végétal, afin de diminuer l’intensité des incendies et limiter leur propagation pour : Assurer une autoprotection des personnes et des biens ; Permettre le confinement des habitants dans leur maison ; Sécuriser et faciliter les interventions des pompiers ; Éviter une trop grande mobilisation des moyens de lutte pour la défense des zones habitées au détriment de celle de la forêt ; Minimiser le risque de départ de feu accidentel à partir des habitations et autres bâtiments et des chantiers. Sont considérées comme éligibles, les communes répondant aux conditions suivantes : Être un territoire soumis aux obligations légales de débroussaillement ; Communes de moins de 20 000 habitants situés sur les zones à risque incendie élevé La Région se réserve le droit de prioriser les projets suivant l’indice de risque défini selon les cartographies DFCI de l’ONF.

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Período: 1 de maio de 2024

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Soutenir l’équipement informatique et numérique du réseau régional de lecture publique

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Les objectifs de cette mesure sont : de participer à l’amélioration des conditions de gestion informatique des fonds de livres et documents conservés en région, d’accompagner la transition numérique dans le réseau régional de lecture publique. Les collectivités territoriales pour leur bibliothèque. Sont éligibles dans ce cadre les projets d’acquisition : de matériel informatique pour la gestion des collections des bibliothèques et médiathèques, de matériel numérique pour la diffusion des œuvres sur les nouveaux supports.

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Período: 23 de maio de 2024

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Soutenir la création ou la rénovation de lieux de lecture ouverts au public

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Quem pode candidatar-se Commune · Intercommunalité / Pays · Département · Région · Collectivité d’outre-mer à statut particulier

Les objectifs de ce dispositif sont de : Soutenir la création et la rénovation du réseau régional de lecture publique dans une perspective d’aménagement équitable du territoire culturel régional Offrir aux usagers et aux professionnels des conditions de conservation, d’accueil et de travail répondant aux normes techniques actuels dans le domaine de la lecture. Ce dispositif permet de soutenir des projets de : Construction ou d’extension de bâtiments à destination de la lecture publique ou de la diffusion du livre et de la lecture. Rénovation d’équipements culturels ou de bâtiments réaffectés à l’usage de la lecture publique ou de la diffusion du livre et de la lecture. Les collectivités territoriales pour leur bibliothèque Les établissements pénitentiaires ou GIP de Provence-Alpes-Côte d'Azur

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Período: 23 de maio de 2024

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Soutenir des projets innovants qui favorisent la transition des bibliothèques vers une offre de services leur permettant de répondre aux défis technologiques

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Quem pode candidatar-se Commune · Intercommunalité / Pays · Département · Région · Collectivité d’outre-mer à statut particulier

L’objectif de ce dispositif est de soutenir des projets innovants qui favorisent la transition des bibliothèques vers une offre de services leur permettant de répondre aux défis technologiques ainsi qu’aux nouvelles pratiques de leurs usagers. Sont éligibles dans le cadre de ce dispositif les collectivités territoriales de la région Provence-Alpes-Côte d’Azur ou leurs regroupements ainsi que les associations qui œuvrent dans le domaine de la lecture publique et sont domiciliées en Provence-Alpes-Côte d'Azur ou disposent d’un établissement ou d’une succursale en région et ayant plus d’une année d’existence.

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Período: 23 de maio de 2024

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Acquérir un fonds de livres

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Quem pode candidatar-se Commune · Intercommunalité / Pays · Département · Région · Collectivité d’outre-mer à statut particulier · Etablissement public dont services de l'Etat

Les objectifs de cette mesure sont de faciliter l’accès de tous les publics de la région à une offre diversifiée de livres et de documents de prêt et/ou de consultation dans le réseau des bibliothèques régional.

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Período: 23 de maio de 2024

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Favoriser l’accès des jeunes à l’enseignement supérieur

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Quem pode candidatar-se Etablissement public dont services de l'Etat

Ce dispositif, initié par l’Education Nationale, vise à favoriser l’accès des jeunes à l’enseignement supérieur quel que soit leur milieu socio-culturel, en leur donnant les clés pour s’engager avec succès dans les filières d’excellence. Elles sont fondées sur des partenariats entre des établissements de l'enseignement supérieur et des lycées, ou collèges, situés majoritairement dans des quartiers prioritaires de la politique de la ville ou en zones rurales, et se traduisent par des actions d’aide à l’orientation, de tutorat, de préparation à l’entrée dans les filières sélectives et d’ouverture sociale et culturelle dans un objectif de réussite éducative. Les bénéficiaires éligibles à l’attribution d’une subvention régionale sont : Les établissements d’enseignement supérieur (universités, lycées ayant des formations post bac et grandes écoles) agissant en tant que tête de cordée ; Les opérateurs (organismes de recherche, associations) délégataires agissant pour le compte d’une tête de cordée. Une convention de partenariat (2023-2027) entre l’Etat (Préfecture de région pour le volet politique de la ville et les deux Rectorats pour le volet Education nationale) et la Région a été approuvée en mars 2023. Elle prévoit une possible participation de la Région ciblée sur des projets de « Cordées de la réussite » incluant des lycéens, avec une attention particulière sur les projets dont les thématiques répondent aux priorités régionales (diffusion de la culture scientifique et plan climat régional). Au préalable, conformément à la concertation Etat-Région, le projet de cordée doit passer en commission pédagogique et en commission financière. L'aide de la Région sera réservée aux projets incluant des lycéens parmi leur public cible. Une attention particulière sera portée aux projets : destinés à être mis en œuvre dans les lycées installés sur des territoires fragiles (notamment les territoire ruraux), portant des actions relevant des thématiques du plan climat régional, de diffusion de la culture scientifique

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Período: 22 de maio de 2024

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Soutenir le réseau régional de centres pour le livre et la lecture

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Quem pode candidatar-se Commune · Intercommunalité / Pays · Département · Région · Collectivité d’outre-mer à statut particulier

L’objectif de cette mesure est de structurer le territoire régional du livre et de la lecture en soutenant un réseau de centres de référence à l’échelle régionale, nationale et internationale dont la vocation est notamment de compléter l’action culturelle accomplie par le réseau de lecture publique des bibliothèques et médiathèques de Provence-Alpes-Côte d’Azur en : favorisant la rencontre des publics de la région avec la création contemporaine par des actions de diffusion et de recherche de nouveaux lecteurs menées sur l’ensemble du territoire, accueillant des écrivains et des traducteurs ou des acteurs des métiers du livre dans les meilleures conditions professionnelles, entreprenant des actions professionnelles de coopération et d’échanges internationaux destinés à ouvrir les publics et les professionnels du secteur sur le monde et en particulier l’espace euroméditerranéen, participant au développement de l’économie régionale par la création d’emplois et à l’attractivité touristique du territoire régional. Les collectivités locales de la région Provence-Alpes-Côte d’Azur ayant présenté un dossier complet Les associations dont le siège social est domicilié en Provence-Alpes-Côte d’Azur ou disposant d’un établissement ou d’une succursale en région, ayant au moins une année d’existence et présentant un dossier de demande de subvention complet. Cette mesure a pour vocation de participer au financement de centres qui mènent une action d’intérêt régional, national, voire international, servant de référence pour les publics et professionnels de Provence-Alpes-Côte d’Azur et répondent aux orientations suivantes : L’organisation de manifestations régulières à destination du public et/ou des professionnels du livre et accueillant des écrivains et des professionnels du livre L’organisation de rencontres entre les acteurs culturels du secteur du livre et de la lecture et d’actions de promotion de la diversité des expressions culturelles ou de sensibilisation à la bibliodiversité L’organisation d’un programme de résidences d’auteurs conciliant temps de création des artistes et actions d’accompagnement à destination des publics, L’organisation d’actions de coopération internationale, prioritairement centrées sur les territoires de coopération de la Région La constitution d’un fonds documentaire Sont notamment exclus du dispositif : L’action culturelle générale des bibliothèques et médiathèques Les projets de rayonnement exclusivement local

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Período: 22 de maio de 2024

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Soutenir les manifestations pour le livre et aux résidences d’auteurs

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Les objectifs de cette mesure sont : de favoriser le développement et le renouvellement de lieux de rencontres entre les écrivains, les auteurs et les publics lecteurs ou non lecteurs sur l’ensemble du territoire régional d’inciter les acteurs de la promotion de la lecture à accueillir des écrivains et des auteurs dans le cadre de l’organisation d’une manifestation ou d’une résidence de contribuer à l’attractivité économique des territoires et à la professionnalisation des acteurs du livre en région Les collectivités territoriales Les associations dont le siège social est domicilié en Provence-Alpes-Côte d’Azur ou disposant d’un établissement ou d’une succursale en région Provence Alpes-Côte d’Azur, ayant au moins une année d’existence

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Período: 22 de maio de 2024

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Accompagner les travaux de résorption de fuites sur les réseaux d'eau potable

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L’objectif de ce dispositif d’aide est de pouvoir accompagner les collectivités gestionnaires de réseaux d’eau potable, qui doivent entreprendre des travaux sur leurs réseaux de distribution d’eau potable afin de lutter efficacement contre les gaspillages d’eau liés aux fuites et contribuer ainsi à réduire les prélèvements sur la ressource en eau dans les milieux naturels. Les organismes publics ayant la compétence de distribution d’eau potable : Communes, Communautés de Communes et d’Agglomération, Métropoles, Syndicats d’eau potable, Régies des eaux... La Région intervient exclusivement en co-financement de l’Agence de l’Eau Rhône-Méditerranée Corse. Ceci signifie qu’à minima les critères d’intervention de l’Agence de l’Eau seront respectés afin de pouvoir bénéficier de l’aide régionale. Par ailleurs, les projets doivent être inscrits dans le cadre des contractualisations de la Région « Nos territoires d’abord ».

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Período: 22 de janeiro de 2024

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Apoiar a estruturação da indústria de trufas: animação, plantio, experimentação, estruturação interprofissional e comercialização.

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A região de Provence-Alpes-Côte d’Azur é o principal território francês produtor de trufas. Além de sua reputação gastronômica, a truficultura desempenha um papel crucial como escudo natural contra incêndios e valoriza terras abandonadas. No entanto, as incertezas climáticas e a crescente concorrência colocam em risco essa produção regional. Para enfrentar esses desafios, o executivo regional deseja, por meio do plano de trufas, incentivar a estruturação e o desenvolvimento do setor. O principal objetivo é garantir a sustentabilidade da truficultura regional, promovendo a transparência, a adesão aos sindicatos e fortalecendo toda a cadeia de produção, do plantio à comercialização. O dispositivo é composto por 5 eixos: • Eixo nº 1: consolidação e animação coletiva do setor • Eixo nº 2: apoio ao plantio • Eixo nº 3: Aconselhamento aos truficultores • Eixo nº 4: apoio à experimentação • Eixo nº 5: apoio às feiras aprovadas pela carta de qualidade da Federação Nacional de Truficultores Dependendo dos eixos do dispositivo, diferentes estruturas podem se beneficiar dessa ajuda. Eixos 1 e 3 - Organismos de desenvolvimento agrícola e de aconselhamento, atuando no território regional e filiados à Federação Francesa de Truficultores; Eixo 2 - Explorações agrícolas (principal, secundária…

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Período: 21 de janeiro de 2024

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